Economia

Supervia respira aliviada: Justiça aprova plano que garante futuro dos trens no Rio

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Boa notícia para quem depende dos trens no dia a dia no Rio de Janeiro! Nesta terça-feira (4), a 6ª Vara Empresarial da Capital homologou o aditivo ao plano de recuperação judicial da Supervia, a concessionária responsável pelo serviço ferroviário. Essa decisão é um passo gigante para resolver a crise que ameaçava o sistema há mais de um ano, evitando que tudo desabasse em insolvência. O juiz Victor Agustin Cunha Torres destacou o “espírito público” que trouxe todos de volta à mesa de negociações, garantindo a continuidade de um serviço essencial para milhares de jovens que usam os trens para estudar, trabalhar ou curtir a cidade. Com isso, a empresa pode agora criar e vender a UPI Ferroviária, uma unidade isolada de bens e ativos, sem passar dívidas para o novo comprador. O foco é preservar empregos e manter as linhas rodando, abrindo portas para um investidor fresco que vai injetar energia nova no sistema.

A medida também inclui a criação de um Fundo Supervia, onde os controladores da empresa vão reverter rendimentos líquidos de uma conta Escrow, e o Estado do Rio de Janeiro contribuirá com R$ 10 milhões, abatidos de um total de R$ 70 milhões reservados para verbas trabalhistas. Essa parceria é vista como essencial para a transição suave da operação, permitindo que um novo operador assuma sem interrupções. Lembra que, em outubro de 2024, a Supervia alertou sobre o risco de falência? Pois é, essa alternativa de alienar a UPI veio como uma solução inteligente, alinhada aos princípios de preservação da empresa e do serviço público. O plano ainda prevê a possível extinção do contrato de concessão atual, facilitando uma transferência que mantém tudo nos trilhos.

Com uma malha de 270 km que corta 12 municípios da região metropolitana, incluindo 104 estações e oito ramais, a Supervia transporta cerca de 300 mil passageiros por dia útil. Para o público jovem, que representa uma fatia grande desses usuários, isso significa mais estabilidade para rotinas agitadas, sem o medo de paralisações. Essa homologação não só resolve questões imediatas, mas reforça a importância de negociações colaborativas para serviços vitais, mostrando que, com união, é possível virar o jogo e construir um transporte mais confiável para o futuro.

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