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Corpo de suspeito de tráfico é encontrado no Lago Paranoá com sinais de execução

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1 de 1 homem careca de barba - Foto: Material cedido ao Metrópoles
1 de 1 homem careca de barba - Foto: Material cedido ao Metrópoles

No Lago Paranoá, no Distrito Federal, o corpo de Eduardo Henrique de Sousa, de 35 anos, foi encontrado boiando na manhã de 18 de maio de 2026, por volta das 7h. A vítima, suspeita de integrar uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e assistencialismo criminoso, estava desaparecida desde 16 de maio. O caso expõe uma possível guerra interna no grupo, com indícios de que a morte resultou de uma disputa pelo controle do tráfico em Samambaia Norte.

Descoberta do corpo e sinais de violência

Um pescador localizou o corpo na QL 12 do Lago Sul, com as mãos amarradas para trás e marcas evidentes de violência. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) foi acionada imediatamente, e equipes da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e da 10ª Delegacia de Polícia (Lago Sul) assumiram a investigação. Os peritos confirmaram que o corpo boiava no lago, sugerindo que o crime ocorreu em outro local antes do descarte.

A identificação da vítima ocorreu rapidamente, ligando-a a membros de uma organização criminosa em Samambaia Norte. Eduardo Henrique de Sousa era conhecido no grupo liderado por ‘Gordinho’, chefe da operação. A cena do crime reforça a suspeita de execução, comum em disputas internas por território e poder no tráfico de drogas.

Suspeita de guerra interna na organização

A motivação aponta para uma briga pelo controle do tráfico de drogas na região. Investigadores acreditam que integrantes do próprio grupo eliminaram Sousa, possivelmente por traição ou rivalidade. Essa guerra interna expõe fragilidades na organização, que também é investigada por lavagem de dinheiro e assistencialismo criminoso, práticas usadas para ganhar apoio comunitário.

A PCDF intensificou as operações em Samambaia Norte após o desaparecimento da vítima em 16 de maio de 2026. Fontes policiais indicam que ‘Gordinho’ e outros membros podem estar envolvidos, embora não haja confirmações oficiais. O caso destaca os riscos de associações com organizações criminosas e os impactos na segurança pública do Distrito Federal.

Investigação em andamento e implicações

A Draco continua apurando os detalhes, com buscas por evidências que liguem o crime a disputas internas. A polícia pede que a população forneça informações anônimas para auxiliar nas investigações. Esse episódio pode revelar mais sobre a estrutura da organização e suas atividades ilícitas, como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Enquanto isso, o Lago Paranoá, local turístico e residencial, vê sua tranquilidade abalada por esse achado macabro. Autoridades alertam para o aumento da violência ligada ao crime organizado, reforçando a necessidade de ações preventivas. O desfecho da investigação pode desmantelar partes da rede criminosa em operação no Distrito Federal.

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Reprodução / PMDF
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