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Arruda promete reverter crise na saúde e finanças do DF em entrevista

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Esplanada dos Ministérios em Brasília representando crise na saúde e finanças do DF
Esplanada dos Ministérios em Brasília representando crise na saúde e finanças do DF

O ex-governador José Roberto Arruda, candidato pelo PSD ao governo do Distrito Federal, concedeu entrevista ao Jornal de Brasília para detalhar sua trajetória, propostas e defesa de sua elegibilidade. Ele criticou a atual gestão de Celina Leão e afirmou que o momento exige um administrador experiente para reverter a crise em saúde, educação e finanças públicas. Arruda também apresentou Luiz Pitiman como candidato a vice e respondeu questionamentos sobre o passado na Operação Caixa de Pandora.

Retorno motivado pela crise

Arruda explicou que decidiu voltar à vida pública após anos afastado, impulsionado pelo apelo social diante das dificuldades enfrentadas por Brasília. O candidato destacou que sua experiência como senador, deputado e governador o prepara para recuperar a capital. Ele ressaltou que a sociedade percebe a gravidade do momento e busca alguém com histórico de gestão para reverter o quadro.

Eu fui senador, deputado, governador. Foram muitos anos fora. O que me faz voltar à vida pública é o sentimento da sociedade de que Brasília nunca esteve num momento tão difícil.

José Roberto Arruda

Propostas para áreas prioritárias

Durante a conversa, Arruda apresentou planos para melhorar a saúde, a educação e a mobilidade urbana, além de defender a recuperação do BRB. O candidato criticou o atual governo e prometeu ações concretas para equilibrar as contas públicas. Ele afirmou que a experiência acumulada permite identificar soluções rápidas para os problemas mais urgentes da cidade.

Defesa da elegibilidade

Arruda reafirmou sua condição de elegível com base na Lei 14.230/21 e explicou que o prazo de inelegibilidade já teria expirado. Sobre as acusações antigas, ele declarou que foi absolvido após o Ministério Público pedir a nulidade das provas. O candidato classificou o episódio como uma armação superada pelo tempo e pelas decisões judiciais.

A lei, a Lei 14.230/21, votada na Câmara e no Senado, sancionada pelo presidente e com parecer favorável do Ministério Público, diz claramente, no parágrafo 8º do artigo 1º, que esses oito anos de inelegibilidade começam a contar na decisão de segundo grau. No meu caso, foi em 2014 e venceu em 2022.

José Roberto Arruda

Olha, o que eu vivi 16 anos atrás foi uma tremenda armação. Finalmente, depois de tantos anos sendo humilhado, o Ministério Público, o órgão acusador, pediu a nulidade da prova e fui absolvido.

José Roberto Arruda

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