Um homem foi morto a tiros em plena via pública em Ceilândia, no Distrito Federal, na noite de sábado (20/12). A vítima, identificada como Luciano Marinho da Silva, foi encontrada sem sinais vitais pelos policiais militares da PMDF, que responderam a uma denúncia por volta das 21h na QNN 24. O incidente destaca os persistentes desafios de segurança na região administrativa mais populosa do DF, onde crimes violentos têm sido motivo de debate político sobre políticas de policiamento e prevenção. De acordo com relatos, uma testemunha presenciou o atirador efetuando disparos contra Luciano e tentou intervir, o que levou o suspeito a disparar também contra ela, embora sem acertá-la. A rápida ação da guarnição do GTOP 28 permitiu a localização e captura do suspeito em uma residência próxima, ainda de posse da arma utilizada no crime.
O suspeito foi detido com uma pistola calibre 9mm, contendo cinco munições, e encaminhado à 15ª Delegacia de Polícia, em Ceilândia Centro, para investigação. Esse episódio ocorre em um contexto de crescentes discussões políticas sobre a efetividade das forças de segurança no Distrito Federal, especialmente em áreas periféricas como Ceilândia, onde a violência urbana afeta diretamente a população local. Autoridades têm sido pressionadas por medidas mais robustas, incluindo o aumento de efetivo policial e programas de prevenção, em meio a críticas de opositores ao governo local por supostas falhas na gestão da segurança pública. O caso reforça a necessidade de debates no âmbito político para abordar as raízes sociais e econômicas da criminalidade na capital.
Enquanto o inquérito prossegue, o assassinato de Luciano Marinho da Silva serve como lembrete dos impactos da violência nas comunidades do DF, influenciando agendas políticas que visam reformas no sistema de justiça e segurança. A PMDF continua a realizar diligências para esclarecer as motivações do crime, mas o incidente já alimenta discussões sobre a alocação de recursos federais para o combate à criminalidade no quadradinho.