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Filho assassina mãe a facadas no Guará e expõe falhas na prevenção de violência doméstica

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Cena de crime em residência no Guará, Brasília, com fita de isolamento e viatura policial, destacando violência doméstica.

No coração do Guará, no Distrito Federal, o sepultamento de Maria Elenice de Queiroz, uma empreendedora de 61 anos brutalmente assassinada a facadas pelo próprio filho, expõe as feridas profundas da violência familiar em uma sociedade que parece cada vez mais anestesiada a tais horrores. O corpo foi enterrado nesta quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, deixando para trás uma família atônita e uma comunidade em choque. Esse crime hediondo, ocorrido dias antes, levanta questões críticas sobre os laços familiares e a falha em prevenir tragédias domésticas.

Detalhes do crime chocante

Maria Elenice de Queiroz, conhecida por sua dedicação ao empreendedorismo, foi vítima de um ato de violência inimaginável perpetrado pelo próprio filho. O assassinato a facadas ocorreu em Guará, DF, e as autoridades ainda investigam os motivos por trás dessa barbaridade. Em um ano como 2026, marcado por avanços tecnológicos, é alarmante que incidentes de violência intrafamiliar continuem a assombrar lares brasileiros, revelando uma crítica falha no sistema de suporte social e psicológico.

O sepultamento e o luto familiar

O corpo de Maria Elenice foi sepultado nesta quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, em uma cerimônia marcada pela dor e pela incredulidade. Familiares e amigos se reuniram para prestar as últimas homenagens, mas o peso do crime cometido pelo filho da vítima pairava sobre todos. Essa tragédia não só destrói vidas, mas também questiona a capacidade da sociedade em lidar com distúrbios mentais e conflitos familiares que escalam para o irreparável.

Reações e o impacto na comunidade

A irmã de Maria Elenice de Queiroz, ainda abalada, expressou a angústia coletiva da família.

“Ninguém digeriu isso ainda”

Essa declaração reflete o trauma profundo causado pelo crime, criticando indiretamente a lentidão das instituições em oferecer apoio imediato às vítimas de violência doméstica. No Guará, DF, esse caso serve como um alerta crítico para a necessidade de políticas mais robustas contra a violência familiar, especialmente em um contexto onde filhos se voltam contra pais de forma tão cruel.

Reflexões sobre a violência em 2026

Enquanto o Brasil avança em diversos campos neste ano de 2026, incidentes como o assassinato de Maria Elenice de Queiroz destacam uma regressão social alarmante. A crítica vai para as falhas no sistema educacional e de saúde mental, que poderiam prevenir tais atos. Essa notícia não é apenas um relato de luto, mas um chamado urgente para que a sociedade reflita e aja contra a normalização da violência dentro dos lares, garantindo que empreendedoras como Maria Elenice não sejam mais vítimas de tragédias evitáveis.

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