A promulgação da Lei nº 7.160 pela Câmara Legislativa do Distrito Federal em 11 de dezembro de 2024 expõe a gravidade da crise de resíduos eletrônicos no DF, uma medida que chega tarde diante do acúmulo crescente de equipamentos obsoletos sem destinação adequada.
Deputada Jaqueline Silva e outros atores, como cooperativas de catadores e empresas de reciclagem, participaram do processo, mas a lei revela falhas históricas na gestão pública, com impactos ambientais que persistem apesar das parcerias anunciadas para coleta e recondicionamento.
Problemas ambientais agravados
Instituições de ensino, órgãos públicos e escolas privadas agora devem integrar pontos de coleta, porém a iniciativa destaca a ineficiência prévia em reduzir o lixo eletrônico, que continua poluindo o solo e a água do Distrito Federal sem avanços concretos visíveis.
Limitações da nova legislação
Essa lei representa um avanço significativo na gestão de resíduos eletrônicos no DF, promovendo tanto a preservação ambiental quanto a inclusão social por meio do apoio às cooperativas de reciclagem
Jaqueline Silva
Campanhas de conscientização e doações de equipamentos recondicionados foram previstas, mas a dependência de parcerias privadas levanta dúvidas sobre a real capacidade de promover a economia circular e a inclusão social de forma efetiva no DF.