Distrito Federal

O Corredor Eixo Oeste promete transformar o dia a dia no DF com vias mais rápidas e seguras

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Imagine reduzir o tempo de viagem entre Sol Nascente e o Plano Piloto para apenas 30 minutos, com pistas modernas, ciclovias e faixas exclusivas para BRT que facilitam a vida de quem usa transporte público ou pedala pela cidade. Esse é o grande atrativo do Corredor Eixo Oeste, um projeto ambicioso iniciado em 2013 que interliga 38,7 km de vias revitalizadas no Distrito Federal, beneficiando 13 regiões administrativas e impactando positivamente 1,8 milhão de pessoas, incluindo 259 mil usuários diários de ônibus. Com um investimento total de R$ 546,6 milhões, o empreendimento já entregou obras como o Túnel Rei Pelé em Taguatinga e o viaduto do Sudoeste, promovendo um trânsito mais fluido e seguro. Segundo a Secretaria de Obras (SODF), o foco é na mobilidade ativa, com melhorias em calçadas, acessibilidade e paisagismo, tornando as ruas mais amigáveis para pedestres e ciclistas.

Em regiões como a Avenida Hélio Prates, as reformas avançaram com ampliação de calçadas, inclusão de vias marginais e drenagem aprimorada, embora etapas posteriores estejam em licitação após paralisação em junho de 2024. Já em Taguatinga, a revitalização incluiu um túnel e uma avenida central, além do alargamento do viaduto da EPTG para 11 faixas, com prioridade para o transporte público, custando R$ 305,1 milhões e agilizando o fluxo. Na Estrada Setor Policial Militar (ESPM) e na Epig, viadutos como o 62 e 63 foram construídos, junto com ciclovias e paradas de BRT, e o secretário Valter Casimiro destaca que trechos 5 e 6 serão entregues até dezembro, resolvendo engarrafamentos e facilitando acessos diretos ao Eixo Monumental.

O professor Pastor Willy Gonzales Taco, da UnB, enfatiza os benefícios, como alívio no trânsito e incentivo ao deslocamento ativo, recomendando ações integradas para manter os ganhos a longo prazo, como sinalização sincronizada e uso de inteligência artificial em intersecções. Com previsão de conclusão total até 2026, incluindo 16 paradas de BRT, quatro passagens subterrâneas e cinco viadutos, o projeto não só moderniza a infraestrutura, mas também promove um DF mais conectado e sustentável, ideal para a galera jovem que valoriza mobilidade eficiente e qualidade de vida urbana.

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