A Justiça de Goiás determinou a redução da escolta de segurança do ex-governador Ronaldo Caiado e de seus familiares, limitando o efetivo a no máximo quatro policiais militares. A decisão, proferida pelo juiz Vinícius Caldas da Gama e Abreu e divulgada em 6 de julho de 2026, substitui o esquema anterior que contava com 51 agentes e gerava gastos mensais de cerca de um milhão de reais ao Estado. O prazo para adequação é de cinco dias, e equipes paralelas ou exclusivas para familiares ficam proibidas.
Detalhes da determinação judicial
O magistrado estabeleceu multa diária de dez mil reais em caso de descumprimento, com teto de trezentos mil reais. A Casa Militar deve apresentar lista nominal dos policiais envolvidos na nova configuração, enquanto o Governo de Goiás fica obrigado a enviar relatório completo das despesas realizadas desde primeiro de abril de 2026, incluindo diárias, passagens, hospedagens, combustíveis, veículos e aeronaves.
Objetivos da medida e responsabilidades
A redução busca alinhar a proteção aos limites legais e conter gastos públicos. A execução cabe à Casa Militar e ao Governo estadual, com Daniel Vilela citado como responsável pela autorização do esquema anterior. A medida reforça a necessidade de critérios objetivos na concessão de segurança a autoridades e seus familiares.